Relação Terapeuta – Cliente

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A consulta psicológica se diferencia de nossa relação cotidiana. O psicólogo faz uso de algumas técnicas desenvolvidas para analisar o paciente, podendo fazer intervenções durante o processo e deixando claro para o cliente que a responsabilidade sobre o problema é dele, e que ele antes de tudo tem que querer se ajudar. Para que a consulta seja satisfatória, é necessário que haja o esclarecimento que a terapia ajudará nas relações com as outras pessoas, mas não mudará essas pessoas. O terapeuta analisa gestos tanto das crianças como dos adultos, e deve impor limites quando forem necessários durante sua prática na consulta psicológica.

O VALOR DOS LIMITES PARA O TERAPEUTA

Quando o psicólogo sublinha o exato valor dos limites em relação aos clientes e faz uma breve referência sobre a importância desse cliente, ficará mais a vontade e atuará com mais eficácia, desta forma o psicólogo se sente livre e natural diante dos clientes. Quando a relação não fica definida, o cliente pode cobrar demais do psicólogo, e este se manterá na defensiva, atento para que o seu desejo de ajudar, não se torne uma cilada. No entanto, estabelecendo funções, o psicólogo estará ciente de observar as necessidades desse cliente e desempenhará um papel estável que ajudará o cliente a reorganizar-se.

 SERÁ A RELAÇÃO TERAPÊUTICA COMPATÍVEL COM A RELAÇÃO DE AUTORIDADE?

 É uma resposta muito complexa, pois fica difícil uma compatibilidade entre a consulta psicológica e a autoridade. A terapia e a autoridade não podem coexistir na mesma relação. Basta imaginarmos um aluno que ´´colou` na prova e precisa ser livre para dizer ao orientador educacional, que também é responsável pela disciplina, os motivos que o levaram a tomar essa atitude. De que forma agirá esse orientador, como terapeuta ou como coordenador? Esse tipo de separação de função é saudável e possível, temos boas razões para supor que possa ser igualmente aplicado em instituições de qualquer gênero.

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Arquivado em Disciplinas, Humanismo

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